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  • Dizem os genealogistas que esta família descende de Gonçalo Rodrigues, o Roas (?), cavaleiro natural da Sertã, grande amigo do Condestável D. Nuno Álvares Pereira, em cuja hoste se encontrava na batalha de Aljubarrota. Aproveitando a debandada do exército inimigo, Gonçalo Rodrigues tratou de fazer boa presa no saque da respectiva carriagem, tomando, entre outros objectos de preço, um anjo de prata maciça, que ofereceu ao Rei e um relicário do Santo Lenho, que deu a Nuno Álvares. Foi nessa ocasião que ele se apoderou, de igual modo, de um enorme caldeirão de bronze, que, dizem ergueu sozinho nos braços. Certos autores afirmaram que é esse o caldeirão que se conserva ainda na actualidade no Mosteiro de Alcobaça. Assim sendo terá Gonçalo Rodrigues adoptado o nome a partir daquele objecto.
  • De azul, uma banda de prata carregada de três caldeiras de negro, acompanhada por duas flores-de-lis de ouro. Timbre: uma das caldeiras do escudo, sustida por dois braços vestidos de azul.
  • A um André Caldeira foram concedidos em 20 de Julho de 1599 armas novas que são: de prata, três estrelas de azul postas em banda. Timbre: um hipocampo de azul sainte.

 


Solar dos Caldeiras, Castelo Branco

  • Caldeira Castel-Branco

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