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- Nome de raízes toponímicas, foi tirado pela família que o adoptou por apelido do lugar de Lucena, na Andaluzia.
- Dessa família passaram a Portugal dois ramos no séc. XV, nas pessoas de dois Vascos Fernandes de Lucena.
- O segundo de entre eles, doutor em leis, foi contemporâneo de D. João II e casou duas vezes, sendo a primeira com D. Violante Aboim da Silva, filha de João Lopes de Azevedo, senhor de S. João de Rei e de Aguiar de Pena, e de sua mulher D. Leonor Leitão, com geração entre a qual cinco filhos que seguiram o uso do apelido paterno, e a segunda vez com D. Branca de Eça, filha de D. Fernando de Eça, sem geração.
- Ainda um outro ramo de Lucenas passou ao nosso país, no tempo de D. Afonso V e cá deixou descendência, sempre bem aliada com fidalgos e fidalgas da melhor nobreza e continuando o uso do nome.
- Os Lucenas provindos de Vasco Fernandes de Lucena usaram por armas as que abaixo se descrevem.
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- De azul, um sol de ouro, bordadura de prata carregada de oito cruzes florenciadas de verde. Timbre: uma aspa de ouro, carregada de oito cruzes do escudo.
- O último ramo de Lucenas a que se fez referência, descendentes de Fernão de Ludena, alteraram as armas, passando a usar: escudo esquartelado, sendo o primeiro de azul, um sol de ouro; o segundo de púrpura, um leão de ouro, segurando nas garras um livro de prata aberto; o terceiro de vermelho, uma doble cruz de ouro, acompanhada de seis besantes do mesmo e bordadura também de ouro; o quarto de ouro, três bandeiras de azul, as duas do chefe volvidas uma para a outra e a terceira em ponta deitada. Ponta embutida de negro, chamas de sua cor. Bordadura de prata, carregada de cinco cruzes florenciadas de verde. Timbre: idêntico ao das armas anteriores.
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- Alcaides de Évoramonte
- Alcaides de Portel
- Alcaides de Sintra
- Cavaleiros da Ordem de Cristo
- Economistas
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- Engenheiros
- Familiares do Santo Ofício
- Fidalgos da Casa Real
- Guarda-móres da Torre do Tombo
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