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  • Nome de raízes toponímicas, parece derivar do de uma povoação com a mesma designação, situada na extremidade ocidental da região da Navarra.
  • Em 1428 passaram ao nosso país três membros da linhagem aragonesa dos Oliva - D. João, D. Pedro e D. Gaspar -, no séquito da princesa D. Leonor, quando esta veio desposar-se com o rei D. Duarte.
  • Encontraram-se primeira tentativa da conquista de Tânger. Pedro e Gaspar casaram em Portugal e vieram a ser senhores de boas casas, o primeiro na povoação do Tojal, freguesia de Vila da Igreja, comarca de Sátão, e o segundo em Tavira, tendo alguns dos descendentes deste passado a Azamor.
  • O ramo, talvez, mais o representativo dos Olivas é o de Oliva e Sousa, descendente directos de D. Pedro de Oliva que casou com D. Paula de Sousa, em Satão, dando origem a este ramo dos Olivas da Beira que ainda hoje vivem em Casfreires.
  • As armas dos Oliva em Espanha eram: escudo cortado, sendo o primeiro de prata, uma oliveira de verde, frutada e arrancada de ouro, e o segundo de vermelho, um esquadro de prata. Timbre: a oliveira do escudo.
  • Por um feito praticado nos arredores de Tânger ao atacar um leão a cavalo, atravessando-o com sua lança, concedeu o rei D. Sebastião em 12 de Novembro de 1564 a Lourenço de Oliva armas novas que são: de verde, um leão de ouro, armado e lampassado de negro, sainte de uma ribeira ondada de prata e azul, trepassado do dorso ao ventre por uma lança de prata, quebrada e ensanguentada. Timbre: um homem sainte, vestido de vermelho, tendo na mão direita um troço de lança em riste.
  • Oliva e Sousa, des Casfreires
  • Oliva Teles, de Moimenta da Beira
  • Sequeira Oliva
 


 
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