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- Esta família teve provável origem nas terras de Barroso, fixando-se em Chaves desde o século XVI. Exerceram cargos honroso na governança local e aliaram-se pelo casamento a algumas das mais ilustres e nobres famílias flavienses.
- A Mateus Francisco Padrão foi dada em 9 de Junho de 1756 carta de brasão de armas por sucessão com as armas dos Padrões, ao que parece em mais nenhum local referidas ou descritas.
- Segundo o Armorial Lusitano, estas armas concedidas em 1760 pelo Rei de Armas eram as de Diogo Cão, "erro manifesto e só explicável pelo desejo de atribuir a tal família armas que se relacionassem com o nome".
- Ao Brasil passou um ramo que se estabeleceu na primeira metade do século XIX, no Rio de Janeiro, à qual pertencem Alexandre da Cunha Padrão, que deixou geração, registada na Igreja da Candelária e Sebastião dos Santos Padrão, casado em 1885, no Rio de Janeiro, com Balbina Lourenço Rodrigues.
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- De verde, duas colunas ou padrões de prata, assente num monte de sua cor e encimado por um escudete de prata com uma cruz de Cristo, estando esse escudete flanqueado por duas estrelas de ouro de cinco raios. Timbre: os padrões do escudo.
- As armas descritas por DFP diferem no campo (azul e não verde) e no número de padrões (que seria apenas um).
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