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  • Dizem os genealogistas que os deste nome constituem um ramo legítimo da linhagem dos «de Meneses», do que muito se duvida e por motivos ponderosos. Como seria possível que, se assim fosse, os Raposos tivessem uma posição nobiliárquica tão inferior à dos outros ramos dos Meneses, alguns deles até secundogénitos em relação a eles, e, como eles, aparentando-se de uma forma tão próxima com a família real portuguesa? Admite-se como plausível a hipótese de um Meneses ter tido a alcunha de Raposo e até a de esta se ter transmitido por uma geração. Mas não mais do que isto.
  • A família dos Raposos, nome sempre derivado de uma alcunha, era de reduzida nobreza, de escudeiros ou cavaleiros de uma só lança, e o mais antigo membro dela que encontramos é Rui Martins Raposo, cavaleiro, falecido no século XV e cuja lápide tumular se conserva no Museu Regional de Beja. Nela, as armas esculpidas demonstram que, então, os Raposos usavam um escudo esquartelado, sendo os primeiro e quarto quartéis carregados com uma raposa ou raposo, e os demais com cinco bandas.
  • A esta família se atribuíram posteriormente as armas que aqui se apresentam
  • Escudo franchado, sendo os primeiro e terceiro um xadrezado de azul e prata, os restantes de prata, um crescente de prata, o da dextra volvido. Timbre: um raposo de ouro, passante.
  • Barões de Caruaru
 
  • Advogados
  • Arquitectos
  • Bastonários da Ordem dos Advogados

 

  • Engenheiros
  • Familiares do Santo Ofício
  • Ministros

 



 
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