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  • Nome proveniente de alcunha, é plausível que exista mais do que uma família a usá-lo por apelido. Aos Valentes medievais os genealogistas costumam atribuir remotas e nobilíssimas origens, fazendo-os descender de D. Gonçalo Ouveques, fundador do Mosteiro Cete. Documentalmente, contudo, sabe-se que D. Vicente Afonso Valente, membro do cabido da Sé de Lisboa, instituiu por seu testamento de 1336 o morgadio dito da Póvoa, nomeando para seu primeiro administrador seu irmão Lourenço Afonso. Para trás daquele Vicente Afonso, apenas se sabe que ele era sobrinho de duas damas, D. Sancha e D. Gontinha, e possivelmente aparentado com um bispo D. Estêvão que se não consegue identificar. Esta fami7ia de Valentes era da pequena nobreza de escudeiros, com alguns cavaleiros, e a sua chefia veio a recair no ramo dos Castelo Brancos que teve a Casa dos Condes de Vila Nova de Portimão.
  • De vermelho, um leão de ouro, armado e lampassado de azul, carregado de três faixas do mesmo, cada faixa furada de seis peças de ouro. Timbre: o leão do escudo.
  • Barões de Nossa Senhora da Vitória da Batalha
  • Barões de Rio Pardo
  • Barões de Rio Pardo-II
  • Condes da Tabueira
  • Viscondes de Baçar
  • Viscondes de Faro
  • Viscondes de Vilar de Allen
  • Alcaides de Serpa
  • Arcebispos de Goa e Damão
  • Cavaleiros da Ordem de Cristo
  • Economistas
  • Engenheiros
  • Escritores
  • Fidalgos da Casa Real
  • Médicos
  • Presidentes da Câmara de Mértola


 
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