Esta semana uma coisa passou pela minha mente e me fez debruçar sobre a minha racionalidade falha e me deixou estático diante de situações não imaginadas. Vi um filme denominado Crash no Limite. Ganhador do Oscar 2008. A história ocorre em Los Angeles cidade onde as pessoas têm a sensação que anda atrás de vidros. Cada pessoa vive a sua individualidade as pessoas não SE TOCAM. E quando isto acontece gera conflitos. Por ser uma cidade Cosmopolita ela se torna um gueto multirracial. E todo conflito causado aqui acolá é taxado como culpa DO OUTRO. Motivo pessoa ser negra, amarela, mulçumana. Tudo desemboca no argumento que o motivo das desavenças é culpa do outro DIFERENTE DE MIM.
ISTO me levou a encarar meus DEMONIOS não exorcizados que muitas vezes tem o nome de INTOLERANCIA. Aqueles que eu levanto com ele depois de uma noite mal dormida, de um problema mal resolvido e às vezes até de um dia estressante. Muitas vezes o outro serve para eu lançar a minhas rabugices e eu muitas vezes não quero colocar A PESSOA QUE VEJO NO ESPELHO para dar um ULTIMO PARECER.
DEVEMOS olhar para o Protótipo de Ser Humano mais perfeito que passou por esta terra e aprender com ele que conhecia a INCOERÊNCIA HUMANA. Que não teve PRÉ-CONCEITO de ninguém, antes entrava na casa de homens marginalizados pela cultura local. Quando entrou na casa do cobrador de imposto chamado Zaquel fez tanta diferença que ao sair este resolveu restituir a cada um que roubara DUAS VEZES MAIS. Aquele que encontrou com aquela estrangeira mulher de MÁ FAMA que depois de uma breve conversa saiu dizendo que pela primeira vez encontrara um HOMEM DE VERDADE que a havia fitado como um SEU HUMANO que havia lhe oferecido uma AGUA diferente daquela água suja que os seus amantes lhe propunham de fazer lhe contemplar se como alguém além de um um mero objeto sexual que apenas a elogiavam para uma noite de prazer. Devemos trocar os óculos e pedir para que este amado Jesus empreste um pouco de seu olhar misericordioso que vê além das aparências que ausculta o profundo e ouve aquele gemido que o nosso semblante não denuncia. A minha oração hoje é : Deus tire a trava que prejudica a minha visão para que eu veja as pessoas além da máquina ambulante. Meu Deus ensina me amar mais e perdoar.