Lutador e empreendedor perseverante, inteligente e dotado de extraordinário espírito de organização e normalidade, e de criatividade em métodos e em modernização de fichários e arquivos. Foi militar e funcionário, por pouco tempo, da Fábrica de Armas (ora Imbel), e, logo depois, ingressou no Banco de Itajubá, ora extinto, especializando-se em contabilidade, merecendo cada vez mais admiração e confiança de seus superiores. E como contabilista prestou relevantes serviços à Faculdade de Medicina de Itajubá e a algumas firmas industriais e comerciais da cidade. Dois grandes feitos realizou o saudoso Aldano: o jornal "O Sul de Minas", com a gráfica própria, por ele fundado em 1947, ainda existente, já com mais de meio século de ininterrupta circulação, e o utilíssimo Arquivo da Imprensa e História, valiosa hemeroteca com precioso acervo de folhas que existem ou que existiram, desde o jornal itajubense, "O Itajubá", fundado em 1872.