Engenheiro pelo então Instituto Eletrotécnico e Mecânico da Itajubá, ora Efei, com a 2ª turma de diplomados, em 1918. Fazendeiro agropecuarista, proprietário da Fazenda do Morro Grande, de glebas então extensas, ora cortadas pela Avenida Padre Lourenço (Rodovia Itajubá/Lorena), e grande parte anexada à área urbana, integrando a cidade com os bairros Nossa Senhora de Fátima e Santa Rita de Cássia (Cantina), e ainda São Sebastião, de ruas bem traçadas e calçadas, e boas casas residenciais. Industrial, foi o fundador da Cerâmica Santa Mônica, que ainda existe, com outro nome, produtora de tijolos furados e telhas de ótima qualidade.