Uma das maiores glórias das tradições artísticas de Itajubá. Foi comerciante e "corretor" de algumas companhias de seguros, e também militou na imprensa, fundando jornais, como "A Lira" (1889) e o "Colibri" (1907), e foi o continuador de "A Verdade". Também colaborou em "O Águia". Mas, foi como competente músico e compositor que muito se destaca entre os vultos memoráveis de Itajubá. Mantinha aulas de música e de canto em sua casa. Algumas de suas operetas foram representadas no Teatro Santa Cecília. O catálogo de suas composições é muito grande, algumas lançadas, em partituras para piano, pelos editores R. Bevilacqua & Cia., do Rio de Janeiro, e outras gravadas em discos. Compôs mais de uma centena de valsas, xotes, polcas, modinhas, toadas, fox, mazurcas, marchas, tangos, gavotas, "berceuses", hinos, etc.