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ITAJUBÁ E SUAS ORIGENS

ESTRADAS E MEIO DE TRANSPORTES

Em 1931, foi dado início a construção da Rodovia Itajubá / Lorena. Feitos os traçados e estudos pelo Eng. Dr. Luís Goulart de Azevedo. Custeada num valor de 3 milhões de cruzeiros.
Em 20 de outubro de 1934 foi inaugurada oficialmente a estrada Itajubá / Lorena.
Em 1º de maio de 1957 foi inaugurado o marco rodoviário que a Prefeitura mandou colocar no início da Rodovia Itajubá – Lorena, ou seja, inicio da Av. Padre Lourenço, que hoje compreende 4 km de rodovia.
Em 12 de outubro de 1951 chegavam a Itajubá as possantes máquinas que dariam início à estrada para Poços de Caldas, o que efetivamente aconteceu três dias depois, ficando os trabalhos entregues à Cia. CITOR (Companhia Internacional de terraplenagens, Obras e Representações), sob a direção do DNER (19ª Residência Regional), departamento então chefiado pelo Dr. Benedito de Assis Rennó Pereira.
O projeto nº 672/84 do Deputado Dr. Euclides Pereira Cintra, tornado em lei nº 8.678, de 27/09/1984, deu oficialmente a denominação de Rodovia “Venceslau Brás” ao trecho asfaltado que liga o Capote (Bairro Santa Bárbara) à cidade de Carmo de Minas, rodovia esta que passa por São José do alegre, Pedralva e trecho de Cristina. O projeto nº 670/84 do mesmo Deputado, transformando em lei nº 8.710 em 24/10/1984, deu o nome de Rodovia “Francisco Brás Pereira Gomes” ao trecho asfaltado de Piranguinho a Paraisópolis, rodovias estas que ficam na área da Grande Itajubá.
Em junho de 1977, foi o governador do Estado de Minas Gerais, Dr. Aureliano Chaves de Mendonça, recebido festivamente em Maria de Fé, onde assinou, com a empresa responsável pela construção, o contrato para o asfaltamento da rodovia que ligou Itajubá àquela cidade, a qual passa pelo Juru e Ano bom. Foi inaugurada em 4 de outubro de 1979, com a presença do Presidente da República João Baptista de Figueiredo. Tem seu trevo, em Itajubá, com acesso a Rua Duque de Caxias, no bairro da Varginha.
Em 1984 outra notável rodovia asfaltada tornou-se realidade. E a que liga Itajubá a Delfim Moreira, passando pela Água Limpa, cujo trevo se encontra entre os km 10 e 11 da rodovia Itajubá – Lorena, na ponte Santo Antônio.
Por volta de 1912 apareceram os primeiros automóveis, os “Revolucionários” Fords de bigode. O primeiro que apareceu com automóvel em Itajubá, naquele ano, foi um cidadão apelidado Quimquim. Veio depois o de Adriano Piazzaroli. Esses dois carros marcaram época.
O primeiro automóvel de aluguel de Itajubá foi o de Carmenutto Fittipaldi, que também exerceu a profissão de alfaiate.

O primeiro chauffer em Itajubá foi José Fonseca da Cruz, de nacionalidade portuguesa, que se habilitou legalmente, a obter a carteira para exercer a profissão.
A bicicleta já era conhecida em Itajubá no final do século passado, quando ainda se dizia bicyclette.
Em sete de setembro de 1960 foram inaugurados os primeiros sinaleiros luminosos nas principais esquinas da cidade.
A primeira empresa de transportes intermunicipais de Itajubá, com horários estabelecidos e serviços regular de viaturas, foi a Chiaradia, Genro & Filho, os quais estabeleciam três por semana.

PONTES

A construção de pontes em todo o município e na cidade foi uma das maiores preocupações do Governo municipal desde o século passado. Logo no primeiro ano de vila, a 16 de outubro de 1849, o vereador Joaquim Delfino Ribeiro da Luz já sugeria a construção de uma ponte sobre o Sapucaí, bem como uma no Ano Bom, “junto a fazenda do Major Francisco Pereira de Magalhães”.

Em 1928 foi inaugurada a ponte de cimento Randolpho Paiva, de belos arcos, anteriormente era ponte de madeira, com coberta em forma de chalé e ora substituída por construção de cimento e aço, umas das grandes obras da administração do Prefeito Ambrósio Pinto. Os velhos livros da municipalidade falavam também de outras pontes de dentro da cidade, como a da Rua do Esgoto, “em direção da Rua Senhor dos Passos (Rua Xavier Lisboa). A ponte “Dona Leocádia”, que existiu sobre o rio Sapucaí, na saída para Santa Rita, as das Ruas Cel. Carneiro Júnior e Tenente Viotti (Rua Américo de Oliveira), sobre o ribeirão José Pereira; a ponte ao lado do Instituto D. Bosco, sobre o ribeirão Anhumas.
Em 1908, foi inaugurada a ponte metálica, de arcos, da Rua Dona Maria Carneiro, na Boa Vista, construída pela firma Irmãos Almeida, montada sob a direção técnica de Jorge Marinelli, pondo, desse modo, fim à frágil passadeira com o nome de “Ponte D. Leocádia”, que existiu mais abaixo.
Em 15 de julho de 1954, não suportando o peso de uma viatura, vergou espetacularmente a velha ponte metálica, depois de quase meio século de relevante utilidade pública. Nessa contingência, foram solicitados os serviços do 4º batalhão de Engenharia e Combate, então comando do Cel. Arilo Osório de Sousa, que imediatamente atendeu ao apelo da população daquele bairro, montando, ao lado da ponte destruída, no dia seguinte, 16 de julho, uma ponte de emergência.

 

 

 

 
Nessa árdua tarefa foi acidentado o soldado José Leopoldino Neto, que teve uma perna fraturada amputada dias depois no Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro. A 23 de abril de 1955 foi inaugurada a ponte provisória de madeira, construída também pelo 4º BEC Cmb., que, em homenagem ao soldado acidentado, deu a ela o nome de ponte soldado Leopoldino. Destruída parcialmente pela enchente de 1957, a 19 de setembro desse mesmo ano o Batalhão reconstruiu-a, ligando as ruas Maurício Kaisermann e Prof. Carmo Cascardo. Em 04 de novembro de 1957 foi iniciada a construção da ponte de concreto armado da Rua D. Maria Carneiro, confiada à firma Carnot de Pádua Hermeto. Em 25 de setembro de 1960, com a presença do Prefeito Dr. Vicente Vilela Vianna, foi festivamente inaugurada esta nova ponte, que substituiu a metálica. Recebeu a designação de Ponte Tancredo de Almeida Neves, por proposta do Vereador Marcos Rennó Grilo, conforme registra a Ata de 20/09/1960 da Câmara Municipal. Na mesma data de 25 de setembro de 1960, foi ainda inaugurada uma outra ponte esta sobre o Ribeirão Anhumas. A ponte de cimento sobre o Sapucaí, que liga a Rodovia Itajubá – Lorena à Fábrica de Armas (Bairro Pacatito), foi inaugurada em 16 de julho de 1953. O projeto de sua construção foi lançado pelo Vereador José Pereira de Oliveira. Recebeu o nome de Ponte Dr. José Rodrigues Seabra, que foi o parlamentar que conseguiu dos cofres públicos a verba necessária. Para um bom melhoramento do trânsito foi a construção da ponte Rui Gomes Braga, ligando as Ruas Francisco Masseli e Prof. Cornélio de Faria, no centro da cidade, em 1977 foi concluída, sendo elabora pelo engenheiro Dr. Flávio José Lopes de Azambuja. Na sessão de 06 de abril de 1981, da Câmara Municipal, foi proposta para ela a denominação de Ponte Rui Gomes Braga. Em 19 de março de 1984, foi inaugurado a nova Ponte que liga a Av. Padre Lourenço, na altura do Km 1, com a nova rua que parte da José Joaquim em direção ao rio, no bairro urbano da Varginha, recebendo o nome de Ponte Dr. João Baptista Cabral Rennó. A ponte Randolpho Paiva, já referida de dois pares de arcos, projetada e construída pelo engenheiro Dr. João Baptista Randolpho Paiva, teve construção iniciada em 1926. Em 1984 ameaçada ruir, apresentando sua estrutura já bastante avariada, sendo então interditada. O Pref. Ambrósio Pinto demoliu-a inteiramente, construindo em seu lugar uma nova ponte de cimento e aço, inaugurada em 19 de março de 1985.

ESTRADA DE FERRO

Melhoramento que emprestou relevante impulso a Itajubá foi a construção da estrada de ferro. Com a facilidade de recebimento de mercadorias dos maiores centros produtores do País e de grandes atacadistas, e a possibilidade de maior escoamento de produtos da indústria local, muito desenvolveram o comércio, a pecuária e o movimento fabril da cidade.
A Lei mineira nº 1.827, de 10/10/1871, já cogitava de ligar Itajubá à primeira ferrovia brasileira, que foi a Pedro II, hoje Central do Brasil.
O Decreto nº 4.693, de 14/02/1871, autorizava a construção de uma estrada de ferro que deveria ligar Itajubá à 4ª. Seção da estrada de Ferro D. Pedro II, que compreendia “a parte que vai da Cachoeira a Lorena”.
Em 1890 foi inaugurado o primeiro trecho, entre Soledade e Carmos de Minas. Em 1º de agosto do mesmo ano foi inaugurada a estação de Ribeiro; em 15 de março de 1891, a de Cristina; a de Maria da Fé, em 27 de junho de 1891; em julho os trilhos já estavam em Pedrão.

A Inauguração oficial da ferrovia em Itajubá ocorreu em 25 de setembro de 1891, mas em seis do mesmo mês já havia chegado a Itajubá a primeira locomotiva, conforme documentou “A Verdade” de 12/09/1891.
Em homenagem ao Presidente (Governador) do Estado, que prestigiou os festejos da inauguração com a sua presença, a rua que ligava a estação provisória (um barracão de madeira) ao início da então rua Major Pereira (Rua Dr. João de Azevedo) ficou denominada Rua Cesário Alvim. Depois foi esse nome passado para Praça Central da cidade (antigo Largo dos Passos), logradouro este que hoje tem o nome de Theodomiro Carneiro Santiago.
A Estação seria construída longe da cidade. À vista de protestos e de um baixo-assinado enviado à direção da Estrada, foi finalmente edificada na atual Praça Pereira dos Santos, prédio ainda existente em 1985. Essa estação foi inaugurada em 22 de janeiro de 1893. Em 5 de setembro de 1930 foi solenemente inaugurada a nova estação ferroviária, na Praça José Brás.
As primeiras locomotivas, em vez de números, tinham nomes: Cristina, Rio Branco, Visconde de Mauá, Evaristo da Veiga, Floriano Peixoto. O primeiro agente da estação ferroviária e Itajubá seria um certo Aníbal, que não aceitou o cargo. Ocupou o lugar o cidadão Joaquim do Prado, no ano seguinte removido para a estação de Soledade, Ocupando o seu cargo em Itajubá o ferroviário Baltasar Marques, que estava na estação de Maria da Fé. No mês seguinte foi este substituído por Eduardo Branco, tendo sido então nomeado conferente Honorato Soares. Em 1894 o cargo de agente foi ocupado por Francisco Silveira Gomes. Em 1915 o agente era Luís Rennó Pereira; conferente, Marciliano Amaral; Telegrafista, Antônio Prado. Em Janeiro 1900, ocorreu o primeiro desastre de grandes proporções. Os mortos registrados foram 5, ocorrido no quilo-metro 95 da estrada de Ferro Sapucaí. Em 25 de março de 1926 ocorreu o maior desastre ferroviário de todos os tempos, no sul de minas. O trem procedente de Soledade de Minas, que deveria chegar a Itajubá às 20 horas e poucos minutos, quando descia a serra de São João, a três quilômetros abaixo da cachoeira Véu de Noiva, na altura do quilômetro 62, caiu com quase toda a composição, rolando, junto com o alto aterro, a locomotiva de nº 172 e quase todos os carros pela grande e íngreme rampa. O maquinista João Mariano e o foguista José Vieira, encontrado carbonizado entre os escombros, foi reconhecido pelo picotador de passagens cravado em seu corpo. Ficou na linha 1 carro, o de 1ª classe.

AVIAÇÃO - AEROPORTO

Foi durante a revolução de 1930 que, pela primeira vez, um avião sobrevoou a cidade de Itajubá. Em 1931, Adriano Piazzaroli cedeu a várzea de sua propriedade (ora ocupada com o Distrito Industrial, do morro à Helibrás) para a improvisação de um aeroporto, preparado que foi pelos homens do 4º Batalhão de Engenharia e da Prefeitura Municipal. Em 17 de maio de 1931 toda a cidade, sob intensa curiosidade popular, esperou a chegada de três aviões (teco-tecos) pilotados por militares, que seriam os primeiros aviadores a descer ao solo itajubense.

Incalculável foi o número de pessoa de Itajubá e de cidades vizinhas que compareceram ao campo para assistir ao programado espetáculo. Contudo, para descontentamento geral, nenhum avião apareceu naquele dia. A 23 de maio de 1931, novo movimento e nova aglomeração se repetiram no improvisado campo de aviação. Desta feita realmente a curiosidade popular foi satisfeita. Pela primeira vez as rodas de avião tocaram o solo de Itajubá. Às 16h20min, desceram os três aviões procedentes do Rio de Janeiro. Neles Vieram o Major Eduardo Gomes, comandante, um dos 18 heróis do Forte de Copacabana, Tenentes Lemos Cunha, Casimiro Montenegro, Clóvis Tavares e Denarco Reis.
O Aeroclube de Itajubá foi inaugurada em 27 de agosto de 1941. Sua primeira Diretoria ficou assim constituída: Presidente de Honra: Dr. Venceslau Brás Pereira Gomes,; Presidente: Alcides Faria; Vice-Presidente: Dr. João Sebastião Ribeiro de Azevedo.
Em 1951 ficou terminada uma pista do aeroporto de Itajubá, agora terraplenado e preparado tecnicamente. Para Inaugurá-la, dois aviões da Força Aérea Brasileira.
Em 8 de janeiro de 1960, pela primeira vez, desceu um helicóptero a Itajubá, pousando no campo de esporte da Fábrica de Armas (IMBEL).
Em outubro de 1947 foi inaugurada a primeira linha aérea que ligava Itajubá a outras cidades. A empresa estreante foi a Organização Mineira de Transportes Aéreos Ltda. (OMTA), que não teve longa duração.
Em 26 de fevereiro de 1948 chegava a Itajubá um Bimotor LODESTAR para 12 passageiros, da Universal Transportes Aéreos, que inaugurava linhas para o Rio de Janeiro, São Paulo, São Lourenço e Taubaté. Não Passou de alguns dias o funcionamento dessa empresa em Itajubá.
O campo de aviação de Itajubá, cercado de morros como era, não oferecia as condições de segurança exigidas para as perfeitas aterragens e decolagens. Ficou muitos anos inteiramente desativado, e a Municipalidade decidiu transformá-lo em área industrial, doando lotes para fábricas, decisão que a muitos pareceu desacertada. Na reunião de 21 de maio de 1974 da Câmara Municipal de Itajubá, o vereador José Isidoro “dá uma explicação sobre o campo de aviação, dizendo que de fato houve impasse na transferência daquela área em área industrial. Que houve denúncia ao DCA dizendo que o Prefeito estava invadindo o campo. Este foi ao rio e fez com que viessem que o campo nada oferecia à cidade e que inclusive tinha sido condenado por eles. Como em 15 anos não cumpriram a finalidade, foi o mesmo revertido ao Estado que doou à Prefeitura”.

A IMPRENSA

O Dr. Aureliano Moreira Magalhães advogado, comprou uma velha tipografia, e montou-a na casa que pertence a Manoel Felix Alvarenga onde deu inicio ao trabalho tipográfico que lançou o primeiro jornal “O Itajubá” 12/05/1872, “ Gazeta Comercial” 09/07/1880, “ Rio Branco” 06/01/1882, “ A Época” 14/05/1885, “ O Agulha” 08/1840, “ A Verdade” 04/03/1886, “ A Lira” 06/01/1889, “ Cruz de Malta” 1890, “ Correio do Povo” 1890, “ O Serelepe” 1896, “ Cidade de Itajubá” 1897, “ A Evolução” 14/10/1901, “ Gazeta de Itajubá” 01/02/1903, “ O Operário” 01/05/1913, “ O Clarim” 29/02/1904, “ O progresso” 1906, “ O Colibri” 1906 ou 1907, “ Folha do Povo” 1908, “ O Lictor” 20/03/1908, “ A Cidade” 1910, “ O Coruja ” 1911, “ A Marreta” 1912. Até o dia de hoje Itajubá já teve 101 jornais.

A ÁGUA POTÁVEL

No final do século passado os itajubenses ainda usavam a água de sisterna que variavam segundo o Dr. Alfredo Moreira Pinto de 20 a 60 palmos de profundidade (estudo transcrito no anuário de Minas Gerais, de 1907 de Nelson de Senna) Atribuía o referedo autor “os freqüentes caso de febres palaustres aos charcos e brejos” que cercavam a cidade, ao uso da água do Sapucaí que se utilizava parte da população. A 02/09/1956 o prefeito Antonio Rennó Pereira inaugurou o abastecimento de água potável no bairro urbano de São Sebastião, no km 2 da Avenida Padre Lourenço. Esse melhoramento teve a coadjuvação dos moradores daquele bairro e administração técnica do Dr. Antônio Aureliano Chaves de Mendonça, então engenheiro de obras da Prefeitura Municipal.


A POLÍCIA

A primeira cadeia de Itajubá foi adaptada em casa adquirida por subscrição popular. Esse presídio improvisado em 1849, existiu no local onde logo depois se abriu a Rua Tenente Viotti (hoje Rua Américo de Oliveira). Criminoso - A requisição do delegado de polícia de Pouso Alegre, seguiu escoltado o criminoso Dionísio Tavares da Silva, pronunciado ali como um dos autores do Senador José Bento Leite Ferreira de Mello, assassinado a 04/02/1844.
O primeiro carcereiro de Itajubá, foi Lourenço Luiz Gomes Nogueira (ata de 01/05/1850 ).

 

ESCOLAS NO SÉCULO PASSADO

A primeira escola pública de Itajubá, quando ainda Boa Vista do Sapucaí, foi criada pelo conselho do governo da província em ato de 27/03/1828, quando a cidade não passava de minúsculo povoado, com apenas 9 anos de existência. O primeiro professor público de Itajubá foi Felisberto Francisco de Azevedo. Em seguida aparece o nome de João Camargo da Silva como professor (aula pública primária). Não havia, até então, aulas públicas para o sexo feminino.

CURSO SUPERIOR

Foi iniciado em Itajubá com a inauguração do Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá em 1913 e hoje e Unifei o pioneiro dessa promoção do ensino de Itajubá foi o educador Dr. Theodomiro Carneiro Santiago

ESPORTES

O mais antigos dos esportes de que se tem notícia na história de Itajubá, são as cavalhadas, praticadas no largo dos Curros atual Praça Getúlio Vargas onde também se faziam exibições de touradas.

 

ILUMINAÇÃO PÚBLICA E ENERGIA ELÉTRICA

O primeiro ato da municipalidade itajubense para iluminação pública foi em 25/07/1860, quando o Vereador Evaristo Campista pediu lampião na esquina da cadeia desta vila autorizando o fiscal a acende-lo em noites que falte o luar.

 

CEMITÉRIO

Em 1819 o Padre Lourenço da Costa Moreira chegou com a caravana fundadora ao local escolhido para a sede da capela nova, cogitou imediatamente cercar um retângulo do terreno para nesse se inumarem os seus primeiros mortos da Boa Vista do Sapucaí. O local então escolhido para nelas se sepultarem cadáveres sem distinção de povos. Local hoje onde fica o atual Supermercado Alvorada da Rua Cesário Alvim.

TEMPLOS CATÓLICOS

A primeira missa em Itajubá foi celebrada em um altar tosco, preparado pelos homens que acom-panhavam o Padre Lourenço. Na madrugada de 19/03/1819.
O primeiro templo do lugar foi um capão de mato, coberto com as ramagens verdes de algumas árvores. Em roda desse altar improvisado nos dias seguintes, brancos e escravos ergueram parede de pau á pique, e, em pouco mais de uma semana, estava pronta a capelinha coberta de sapé. Secas paredes foram elas pintadas com tabatinga amarela, esta foi a primeira matriz, ou seja, a primeira edificada em Itajubá. O outeiro pertencia as Sesmarias de Francisco Alves, que imediatamente o doou a igreja, conforme registra o livro de tombo. Hoje, em seu lugar se ergue a Matriz de N. Sra. da Soledade. Os homens da caravana fundadora construíram choupanas e casas maiores para elas acomodarem as famílias que ficaram na Soledade.


OUTRAS RELIGIÕES

Em 1920, surge a 1ª Congregação Cristã Presbiteriana em Itajubá, à rua hoje denominada, Dr. Américo de Oliveira, transferindo-se em 1925, para a rua hoje chamada Dr. João de Azevedo e em 1929 para o Morro São Benedito, rua projetada nº5, hoje, Rua Benedito Pereira , nº 30, Morro Chic, onde em 30/03/1934 é organizada a Igreja Cristã Presbiteriana de Itajubá que já contava com mais de cem membros. Seu primeiro pastor foi o Rev. Armando Ferreira pastor evangelista. Em 12/09/1920 tivemos então a 1ª Escola Dominical cuja superintendência coube ao Senhor Luiz de Carvalho, secretário Ozias Damasceno.

 

DIVERSOS

O primeiro calçamento que se tem notícia em Itajubá foi o da Rua Direita. Segue-se o retângulo que contornava o Largo dos passos (Praça Theodomiro Carneiro Santiago) feito com enormes e irregulares pedras “ sem esquadria” vem depois a Rua do Comércio, proposta da Vereador José Caetano Grilo (Ata de 10/01/1857) alongaria fastidiosa e desnecessariamente essa referências ao calçamento de rua. A primeira instalação de rede de esgoto de Itajubá foi feita na administração do Cel. Francisco Braz, no final do século passado. Eram essas construções precárias, que serviam uma pequena parte da população, pois a maioria dos habitantes ainda usava fossas secas abertas nos quintais.

O primeiro Barão de Itajubá, posteriormente Visconde de Itajubá, foi Marcos Antonio de Araújo, o segundo barão se chamou Marcos Antonio de Araújo e Abreu. Eram ambos diamantinenses. A empresa funerária a mais antiga que se noticia, foi a de João Francisco Mattos do inicio do século, que mantinha a venda de (mortalhas, diademas, palmas, galões, espinguilas, alças, gregas, rendas, franjas de canotilhos e desfiadas, chuvas de pratas e coroas), e se encarregava de registrar o óbito na igreja das providencias a guia do sepultamento, assistência religiosa a e banda de músicas.
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