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Escrito por: Roberto Silva
O abraço da Vida

 

2 reis 4:18-32/35

E, crescendo o filho, sucedeu que, um dia, saiu para seu pai, que estava com os segadores. E disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! ai, a minha cabeça! Então disse a um moço: Leva-o a sua mãe.
E ele o tomou, e o levou a sua mãe; e esteve sobre os seus joelhos até ao meio-dia, e morreu. E subiu ela, e o deitou sobre a cama do homem de Deus; e fechou sobre ele a porta, e saiu. E, chegando Eliseu àquela casa, eis que o menino jazia morto, sobre a sua cama. Então entrou ele, e fechou a porta sobre eles ambos, e orou ao Senhor e subiu, e deitou sobre o menino, e, pondo a sua boca sobre a boca dele, e os seus olhos sobre os olhos dele, e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele: e a carne do menino aqueceu. Depois voltou, e passeou naquela casa, de uma parte para a outra, e tornou a subir, e se estendeu sobre ele: então o menino espirrou sete vezes, e o menino abriu os olhos.

Certo  rapaz morador da grande Metrópole que é São Paulo estava andando pela famosa Praça da Sé. Numa manhã de Segunda-feira uma imensidão de pessoas passava por ele, então numa oração silenciosa diz: Senhor usa-me nesta manhã. Neste momento ele se depara com um mendigo tão sujo que o seu odor denunciava que um banho não acontecia a muito tempo. Então Deus lhe diz no coração. Você quer ser usado hoje? Então abrace este homem... Mas Senhor pega mal... Você não quer ser usado então obedeça. Sem dizer uma palavra aquele rapaz para diante do mendigo e lhe dá um grande abraço. O mendigo fica estático com se tivesse sido eletrocutado. O rapaz sente como se tivesse lhe saído do corpo uma onda de calor. O mendigo começa a chorar desesperadamente. Então ele toma o mendigo pela mão e o convida a se sentar num banco próximo. O mendigo chora e chora. Depois de meia hora o mendigo para de chorar o rapaz se despede e vai embora.
Passado uns 20 anos aquele rapaz se torna um dirigente de uma igreja de uma cidade do interior de São Paulo. Determinado dia estava ele na direção de uma reunião em sua igreja quando entra um homem vistoso trajando de um bom terno. Senta na frente e fica observando o jovem Pastor. Quando termina o trabalho ele se aproxima e pergunta ... senhor se lembra de mim? Não, responde o rapaz.  Lembra daquele mendigo que um dia o Senhor deu um forte abraço na Praça da Sé?  Sim lembro- me.   Então, este mendigo era eu. Intrigado o jovem rapaz lhe pergunta: E porque o Senhor chorava tanto. O motivo é que eu era um infeliz. Eu havia abandonado o lar, pois eu não sabia o que é repartir amor. Na infância meu pai havia me espancado varias vezes. Cresci descrente de tudo. Era um homem amargo e insuportável. Eu tinha uma concepção de Pai totalmente deturpada. Mas no dia daquele abraço eu entendi que havia um Pai Perfeito que me abraçava através de você.
Aquele dia mudou a minha história voltei a trabalhar no meu emprego. Sou engenheiro e hoje temo a Deus e tenho esposa e filhos que amo com paixão.

"SEGUNDO este texto aquele menino está no frio cadavérico da morte estendido naquele quarto frio esperando o desfecho final ''ou seja," a sepultura. Porém aquela jovem mãe lembrou se do Homem de Deus. E mandou chamá-lo. Então Elizeu chegou e encontrou aquele cadáver que jazia sobre sua cama. Então ele estendeu sobre aquele menino e o aqueceu. E O CALOR DE DEUS NELE LEVANTOU AQUELE MENINO.
Disso tiramos uma pequena LIÇÃO.
Morrer nem sempre é deixar de viver, mas também é deixar de SONHAR, Morrer também é deixar de LUTAR.
Morrer também é deixar de CRER.
Morrer também e deixa da AMAR.

Querido pare de se emocionar com a NOVELA DAS 9 que é um FAZ DE CONTA e comece olhar em sua volta. E depare com muitos cadáveres humanos com  MUITO FRIO esperando o Cobertor de Deus. Creia que Deus pode te usar no mínimo gesto. Um simples sorriso basta para esquentar uma vida. NÃO CUSTA NADA.

 
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